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Mourão defende promoção de filho no Banco do Brasil: “Tem mérito”

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O vice-presidente Hamilton Mourão defendeu nesta terça-feira (8) a promoção do seu filho no Banco do Brasil. Ao Estadão, ele comentou que Antonio Hamilton Rossell Mourão “tem mérito”.

Antonio era assessor empresarial da área de agronegócios do Banco do Brasil. Nesta terça, ele foi nomeado assessor especial da presidência, com um salário três vezes maior do que recebia.

“Possui mérito e foi duramente perseguido anteriormente por ser meu filho”, disse o vice-presidente ao Estadão. (Informação namidianews )

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Política

Cid Gomes teve queda de pressão por passar muito tempo em pé, conta Otto Alencar

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O senador baiano Otto Alencar (PSD) afirmou que o colega de Congresso, Cid Gomes (PDT) está bem após ter passado mal no Plenário do Senado, nesta terça-feira (3). Enquanto lia seu parecer sobre a distribuição de recursos do pré-sal entre a União, estados e municípios, o cearense passou mal. Ele foi socorrido por Otto e por Rogério Carvalho (PT-SE), que são médicos.

Otto explicou que Cid teve uma queda de pressão por ter passado muito tempo em pé e por ter uma doença chamada de vasovagal, quando falta sangue na cabeça em algumas situações. “Ele estava pálido e com sudorese. Deitei ele e levantei as suas pernas para o sangue ir para a cabeça. Oxigenou o cérebro e ele voltou ao normal. Depois de finalizar o trabalho, ele foi pra casa”, contou o senador baiano. (Da redação TH)

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Política

Justiça eleitoral condena Fernando Haddad por crime de caixa dois na eleição municipal

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Executiva Nacional do PT diz que a condenação do ex-prefeito Fernando Haddad por suposto crime de caixa 2 é uma “violência contra o estado democrático de direito”; “É mais uma evidência de que o sistema judicial brasileiro vem sendo utilizado, de forma ilegal e criminosa, para satisfazer objetivos políticos, eleitorais e econômicos”.

247 – O Partido dos Trabalhadores se manifestou no início da noite desta terça-feira, 20, sobre a condenação do ex-prefeito Fernando Haddad a quatro anos e meio de prisão pelo suposto crime de caixa dois duranta a campanha eleitoral de 2012 (leia mais no Brasil 247).

Em nota, a Comissão Executiva Nacional do PT classifica a sentença do juiz eleitoral Francisco Carlos Inouye Shintate como uma “violência contra o estado democrático de direito” e uma “grave ofensa” contra a Justiça.

“A decisão contraria as testemunhas e provas da inocência da Haddad, que já havia sido reconhecida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, e o condena por um delito do qual ele sequer havia sido acusado, numa afronta ao direito de defesa e ao devido processo legal”, diz o PT na nota.

Leia, abaixo, a nota do PT na íntegra:

A condenação injusta e arbitrária do companheiro Fernando Haddad, divulgada pela Primeira Zona Eleitoral de São Paulo nesta terça-feira (20), é uma violência contra o estado democrático de direito e uma grave ofensa a própria Justiça.

A decisão contraria as testemunhas e provas da inocência da Haddad, que já havia sido reconhecida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, e o condena por um delito do qual ele sequer havia sido acusado, numa afronta ao direito de defesa e ao devido processo legal.

A sentença denota odiosa perseguição política ao candidato do PT que recebeu 47 milhões de votos nas eleições presidenciais. É mais uma evidência de que o sistema judicial brasileiro vem sendo utilizado, de forma ilegal e criminosa, para satisfazer objetivos políticos, eleitorais e econômicos.

Esta sentença injusta e arbitrária insere-se nos mais recentes episódios de vazamentos ilegais e denúncias sem provas para incriminar em falsas acusações o PT e suas principais lideranças, como os ex-presidentes Lula e Dilma e, agora, o ex-ministro, ex-prefeito e ex-candidato presidencial Fernando Haddad.

Fernando Haddad conta com toda a solidariedade do Partido dos Trabalhadores. A verdade e a justiça voltarão a prevalecer no Brasil.

Brasília, 20 de agosto de 2019

Comissão Executiva Nacional do PT

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Política

Fernández, favorito na Argentina, diz que não vai responder a Bolsonaro

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Alberto Fernández, candidato da esquerda e o favorito nas eleições presidenciais na Argentina, afirmou na terça–feira (20) que não vai responder às declarações do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, e que é preciso preservar a relação entre os dos países.

“Eu cometi um erro que foi entrar no debate que o presidente Bolsonaro propôs. Cometi um erro porque eu nunca deveria ter lhe respondido”, disse Fernández.

Ele afirmou que sua tarefa será preservar o vínculo entre Brasil e Argentina. “O Bolsonaro merece o respeito de alguém que foi eleito pelo seu povo. Se ele não me trata da mesma forma, não importa”, disse.

O candidato concordou com uma entrevistadora que afirmou que ele e Bolsonaro não concordam em muitos temas, mas disse que a relação entre os dois não será de simpatia, mas de interesses dos países e da região.

Fernández afirmou também que a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é uma arbitrariedade. “Minha solidariedade é absoluta”, disse.

Críticas mútuas

Bolsonaro fez a primeira crítica ao argentino no dia seguinte ao das eleições primárias em que o candidato de esquerda que saiu vitorioso com 48% dos votos, contra 32% do atual presidente, Mauricio Macri.

“Se essa ‘esquerdalha’ voltar aqui na Argentina, nós poderemos ter, sim, no Rio Grande do Sul, um novo estado de Roraima. E não queremos isso: irmão argentinos fugindo pra cá, tendo em vista o que de ruim parece que deve se concretizar por lá caso essas eleições realizadas ontem [11 de agosto] se confirmem agora no mês de outubro”, afirmou o presidente do Brasil no dia 12 de agosto.

Horas mais tarde, em um programa de entrevistas da TV argentina, Fernández respondeu: “Em termos políticos, eu não tenho nada a ver com Bolsonaro. Comemoro enormemente que fale mal de mim. É um racista, um misógino, um violento”.

Candidato de Cristina Kirchner

A coligação “Frente de Todos”, de Fernández, tem como candidata a vice a ex-presidente Cristina Kirchner.

O primeiro turno está marcado para o dia 27 de outubro, mas as primárias são vistas como uma pesquisa. Pelas regras eleitorais do país, se um candidato conseguir 45% dos votos na primeira rodada, ele estará eleito.

Informação G1.

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