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Bolsonaro pode deixar o PSL até o fim do ano

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O presidente Jair Bolsonaro pode deixar o PSL até o fim do ano. Segundo O Antagonista, ele confidenciou a assessores que pode tomar essa decisão, devido ao desgaste com Luciano Bivar.

Bivar afirma que abriu as portas do PSL para que Bolsonaro pudesse concorrer à Presidência, mas o presidente rebate afirmando que por sua causa, hoje, o partido tem a maior bancada da Câmara.

Ainda de acordo com a publicação, ambos estão interessados nos recursos do Fundão Eleitoral e do Fundo Partidário, que somaria até meio bilhão. (Da redação TH)

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Política

Cid Gomes teve queda de pressão por passar muito tempo em pé, conta Otto Alencar

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O senador baiano Otto Alencar (PSD) afirmou que o colega de Congresso, Cid Gomes (PDT) está bem após ter passado mal no Plenário do Senado, nesta terça-feira (3). Enquanto lia seu parecer sobre a distribuição de recursos do pré-sal entre a União, estados e municípios, o cearense passou mal. Ele foi socorrido por Otto e por Rogério Carvalho (PT-SE), que são médicos.

Otto explicou que Cid teve uma queda de pressão por ter passado muito tempo em pé e por ter uma doença chamada de vasovagal, quando falta sangue na cabeça em algumas situações. “Ele estava pálido e com sudorese. Deitei ele e levantei as suas pernas para o sangue ir para a cabeça. Oxigenou o cérebro e ele voltou ao normal. Depois de finalizar o trabalho, ele foi pra casa”, contou o senador baiano. (Da redação TH)

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Justiça eleitoral condena Fernando Haddad por crime de caixa dois na eleição municipal

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Executiva Nacional do PT diz que a condenação do ex-prefeito Fernando Haddad por suposto crime de caixa 2 é uma “violência contra o estado democrático de direito”; “É mais uma evidência de que o sistema judicial brasileiro vem sendo utilizado, de forma ilegal e criminosa, para satisfazer objetivos políticos, eleitorais e econômicos”.

247 – O Partido dos Trabalhadores se manifestou no início da noite desta terça-feira, 20, sobre a condenação do ex-prefeito Fernando Haddad a quatro anos e meio de prisão pelo suposto crime de caixa dois duranta a campanha eleitoral de 2012 (leia mais no Brasil 247).

Em nota, a Comissão Executiva Nacional do PT classifica a sentença do juiz eleitoral Francisco Carlos Inouye Shintate como uma “violência contra o estado democrático de direito” e uma “grave ofensa” contra a Justiça.

“A decisão contraria as testemunhas e provas da inocência da Haddad, que já havia sido reconhecida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, e o condena por um delito do qual ele sequer havia sido acusado, numa afronta ao direito de defesa e ao devido processo legal”, diz o PT na nota.

Leia, abaixo, a nota do PT na íntegra:

A condenação injusta e arbitrária do companheiro Fernando Haddad, divulgada pela Primeira Zona Eleitoral de São Paulo nesta terça-feira (20), é uma violência contra o estado democrático de direito e uma grave ofensa a própria Justiça.

A decisão contraria as testemunhas e provas da inocência da Haddad, que já havia sido reconhecida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, e o condena por um delito do qual ele sequer havia sido acusado, numa afronta ao direito de defesa e ao devido processo legal.

A sentença denota odiosa perseguição política ao candidato do PT que recebeu 47 milhões de votos nas eleições presidenciais. É mais uma evidência de que o sistema judicial brasileiro vem sendo utilizado, de forma ilegal e criminosa, para satisfazer objetivos políticos, eleitorais e econômicos.

Esta sentença injusta e arbitrária insere-se nos mais recentes episódios de vazamentos ilegais e denúncias sem provas para incriminar em falsas acusações o PT e suas principais lideranças, como os ex-presidentes Lula e Dilma e, agora, o ex-ministro, ex-prefeito e ex-candidato presidencial Fernando Haddad.

Fernando Haddad conta com toda a solidariedade do Partido dos Trabalhadores. A verdade e a justiça voltarão a prevalecer no Brasil.

Brasília, 20 de agosto de 2019

Comissão Executiva Nacional do PT

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Política

Fernández, favorito na Argentina, diz que não vai responder a Bolsonaro

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Alberto Fernández, candidato da esquerda e o favorito nas eleições presidenciais na Argentina, afirmou na terça–feira (20) que não vai responder às declarações do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, e que é preciso preservar a relação entre os dos países.

“Eu cometi um erro que foi entrar no debate que o presidente Bolsonaro propôs. Cometi um erro porque eu nunca deveria ter lhe respondido”, disse Fernández.

Ele afirmou que sua tarefa será preservar o vínculo entre Brasil e Argentina. “O Bolsonaro merece o respeito de alguém que foi eleito pelo seu povo. Se ele não me trata da mesma forma, não importa”, disse.

O candidato concordou com uma entrevistadora que afirmou que ele e Bolsonaro não concordam em muitos temas, mas disse que a relação entre os dois não será de simpatia, mas de interesses dos países e da região.

Fernández afirmou também que a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é uma arbitrariedade. “Minha solidariedade é absoluta”, disse.

Críticas mútuas

Bolsonaro fez a primeira crítica ao argentino no dia seguinte ao das eleições primárias em que o candidato de esquerda que saiu vitorioso com 48% dos votos, contra 32% do atual presidente, Mauricio Macri.

“Se essa ‘esquerdalha’ voltar aqui na Argentina, nós poderemos ter, sim, no Rio Grande do Sul, um novo estado de Roraima. E não queremos isso: irmão argentinos fugindo pra cá, tendo em vista o que de ruim parece que deve se concretizar por lá caso essas eleições realizadas ontem [11 de agosto] se confirmem agora no mês de outubro”, afirmou o presidente do Brasil no dia 12 de agosto.

Horas mais tarde, em um programa de entrevistas da TV argentina, Fernández respondeu: “Em termos políticos, eu não tenho nada a ver com Bolsonaro. Comemoro enormemente que fale mal de mim. É um racista, um misógino, um violento”.

Candidato de Cristina Kirchner

A coligação “Frente de Todos”, de Fernández, tem como candidata a vice a ex-presidente Cristina Kirchner.

O primeiro turno está marcado para o dia 27 de outubro, mas as primárias são vistas como uma pesquisa. Pelas regras eleitorais do país, se um candidato conseguir 45% dos votos na primeira rodada, ele estará eleito.

Informação G1.

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