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Após procedimento médico, Temer passa bem e vai sair de alta nesta quarta (25)

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Estadão Conteúdo 

Após ter sido submetido a uma sondagem vesical de alívio por vídeo na tarde desta quarta-feira, 25, o presidente Michel Temer está em repouso, passa bem e deverá ter alta ainda hoje, segundo a assessoria do Planalto.

Temer está aguardando para ter alta e, segundo interlocutores, ainda não há uma definição por parte dele ou da equipe médica se virá ao Planalto ou irá a residência oficial descansar.

Agenda

O presidente Michel Temer chegou nesta quarta-feira no Palácio do Planalto às 8h50 da manhã mesmo tendo cumprido uma agenda extensa ontem que terminou por volta da meia noite após um jantar na casa do deputado Fábio Ramalho, em que foi servido galinhada, costela de porco e outras comidas mineiras.

Ao chegar ao Palácio do Planalto Temer tinha uma agenda ainda curta para receber parlamentares, mas a expectativa era de que ao longo do dia o seu gabinete continuasse aberto sob demanda para garantir que o presidente consiga derrubar a segunda denuncia contra ele, que está sendo votada na Câmara hoje.

Marcela Temer

A primeira-dama Marcela Temer ficou sabendo pela imprensa que o presidente Temer havia passado mal nesta manhã. Segundo fontes do Planalto, a esposa de Temer naturalmente ficou nervosa até conseguir mais informações e depois permaneceu no Palácio do Jaburu sendo informada do estado de saúde de Temer por assessores. Ela chegou nesta tarde no Hospital do Exército.

fonte:Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br

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Política

Justiça eleitoral condena Fernando Haddad por crime de caixa dois na eleição municipal

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Executiva Nacional do PT diz que a condenação do ex-prefeito Fernando Haddad por suposto crime de caixa 2 é uma “violência contra o estado democrático de direito”; “É mais uma evidência de que o sistema judicial brasileiro vem sendo utilizado, de forma ilegal e criminosa, para satisfazer objetivos políticos, eleitorais e econômicos”.

247 – O Partido dos Trabalhadores se manifestou no início da noite desta terça-feira, 20, sobre a condenação do ex-prefeito Fernando Haddad a quatro anos e meio de prisão pelo suposto crime de caixa dois duranta a campanha eleitoral de 2012 (leia mais no Brasil 247).

Em nota, a Comissão Executiva Nacional do PT classifica a sentença do juiz eleitoral Francisco Carlos Inouye Shintate como uma “violência contra o estado democrático de direito” e uma “grave ofensa” contra a Justiça.

“A decisão contraria as testemunhas e provas da inocência da Haddad, que já havia sido reconhecida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, e o condena por um delito do qual ele sequer havia sido acusado, numa afronta ao direito de defesa e ao devido processo legal”, diz o PT na nota.

Leia, abaixo, a nota do PT na íntegra:

A condenação injusta e arbitrária do companheiro Fernando Haddad, divulgada pela Primeira Zona Eleitoral de São Paulo nesta terça-feira (20), é uma violência contra o estado democrático de direito e uma grave ofensa a própria Justiça.

A decisão contraria as testemunhas e provas da inocência da Haddad, que já havia sido reconhecida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, e o condena por um delito do qual ele sequer havia sido acusado, numa afronta ao direito de defesa e ao devido processo legal.

A sentença denota odiosa perseguição política ao candidato do PT que recebeu 47 milhões de votos nas eleições presidenciais. É mais uma evidência de que o sistema judicial brasileiro vem sendo utilizado, de forma ilegal e criminosa, para satisfazer objetivos políticos, eleitorais e econômicos.

Esta sentença injusta e arbitrária insere-se nos mais recentes episódios de vazamentos ilegais e denúncias sem provas para incriminar em falsas acusações o PT e suas principais lideranças, como os ex-presidentes Lula e Dilma e, agora, o ex-ministro, ex-prefeito e ex-candidato presidencial Fernando Haddad.

Fernando Haddad conta com toda a solidariedade do Partido dos Trabalhadores. A verdade e a justiça voltarão a prevalecer no Brasil.

Brasília, 20 de agosto de 2019

Comissão Executiva Nacional do PT

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Política

Fernández, favorito na Argentina, diz que não vai responder a Bolsonaro

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Alberto Fernández, candidato da esquerda e o favorito nas eleições presidenciais na Argentina, afirmou na terça–feira (20) que não vai responder às declarações do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, e que é preciso preservar a relação entre os dos países.

“Eu cometi um erro que foi entrar no debate que o presidente Bolsonaro propôs. Cometi um erro porque eu nunca deveria ter lhe respondido”, disse Fernández.

Ele afirmou que sua tarefa será preservar o vínculo entre Brasil e Argentina. “O Bolsonaro merece o respeito de alguém que foi eleito pelo seu povo. Se ele não me trata da mesma forma, não importa”, disse.

O candidato concordou com uma entrevistadora que afirmou que ele e Bolsonaro não concordam em muitos temas, mas disse que a relação entre os dois não será de simpatia, mas de interesses dos países e da região.

Fernández afirmou também que a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é uma arbitrariedade. “Minha solidariedade é absoluta”, disse.

Críticas mútuas

Bolsonaro fez a primeira crítica ao argentino no dia seguinte ao das eleições primárias em que o candidato de esquerda que saiu vitorioso com 48% dos votos, contra 32% do atual presidente, Mauricio Macri.

“Se essa ‘esquerdalha’ voltar aqui na Argentina, nós poderemos ter, sim, no Rio Grande do Sul, um novo estado de Roraima. E não queremos isso: irmão argentinos fugindo pra cá, tendo em vista o que de ruim parece que deve se concretizar por lá caso essas eleições realizadas ontem [11 de agosto] se confirmem agora no mês de outubro”, afirmou o presidente do Brasil no dia 12 de agosto.

Horas mais tarde, em um programa de entrevistas da TV argentina, Fernández respondeu: “Em termos políticos, eu não tenho nada a ver com Bolsonaro. Comemoro enormemente que fale mal de mim. É um racista, um misógino, um violento”.

Candidato de Cristina Kirchner

A coligação “Frente de Todos”, de Fernández, tem como candidata a vice a ex-presidente Cristina Kirchner.

O primeiro turno está marcado para o dia 27 de outubro, mas as primárias são vistas como uma pesquisa. Pelas regras eleitorais do país, se um candidato conseguir 45% dos votos na primeira rodada, ele estará eleito.

Informação G1.

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Política

Sergio Moro pede afastamento do Ministério da Justiça e Segurança Pública

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O presidente Jair Bolsonaro autorizou o afastamento do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, “para tratar de assuntos particulares”.

De acordo com publicação no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (8), o pedido foi feito pelo próprio Moro. A licença é provisória e ocorrerá no período de 15 a 19 de julho. 

Segundo a revista Exame, o Ministério da Justiça e Segurança Pública explicou, por meio de sua assessoria, que o afastamento de Moro se trata de uma licença não remunerada prevista em lei. “Por ter começado a trabalhar em janeiro, o ministro não tem ainda direito a gozar férias. Então está tirando uma licença não remunerada, com base na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990”, informou a assessoria. 

Segundo um auxiliar da pasta, a licença já estava sendo planejada desde que o ministro assumiu, e não tem a ver com o cenário atual de pressão sobre Moro relacionada a uma suposta troca de mensagens com procuradores. Na ausência de Moro, assume a pasta o número dois do Ministério, Luiz Pontel de Souza. (Agência Brasil)

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